(Coleção Arizona, nº65)
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
ARZ063, Dinheiro Sangrento
(Coleção Arizona, nº61)
Este livro mostra uma Coleção Arizona de cabeça perdida. Depois de gatar o nome do autor de Cadeias de Sangue, aparece uma novela que nada tem a ver com o Oeste do tempo dos «cow-boys» e caberia perfeitamente na Coleção FBI. Lá mais para a frente virá a riscar o título de um dos livros (Arizona, 70).
Isto repetir-se-á num dos meses seguintes na Coleção Pólvora com o título «A branca selvagem».
Enfim, julgamos que tudo se relacionava com a dificuldade suscitada pelo surgimento da IBIS e com o acordo desta com a Bruguera, envolvendo os autores mais conhecidos da literatura popular…
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
sábado, 15 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
domingo, 9 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
ARZ053. A lei é igual para todos
(Coleção Arizona, nº 53)
Quando Kaspar Graham, um ex-combatente pelo Sul em rumo para
Oeste à procura de uma vida melhor, abateu o seu fiel cavalo por este ter
partido uma pata, estava longe de imaginar que a jovem mais bela e abastada
residente na região de Alamitos viria a oferecer-se para sua esposa com o
objetivo de o fazer ignorar ações menos dignas que o seu irmão e o seu tio, um
fidalgo de ascendência espanhola, tinham cometido com o objetivo de juntarem
mais bens ao seu já extenso património.
Kaspar não foi no jogo da pequena, disse-lhe com todas as
letras “A lei é igual para todos” e acabou por a fazer tomar uma atitude
honrosa.
Eis um livro bem ao estilo de Clark Carrados. Mais uma vez,
o herói assume as funções oficiais de um agente da lei, com uma facilidade que
julgamos irrealista, e desempenha uma missão fundamental para um final feliz da
história. Ao longo desta, vamos sendo conduzidos para incriminar a bela Jenny,
mas Carrados tem o mérito de, pouco a pouco, conseguir transmitir que talvez
não seja esta a culpada dos factos criminosos que se passavam e que o seu
entendimento com Kaspar poderia ser alcançado…
Passagens:
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
ARZ052. «Choca» Jim
(Coleção Arizona, nº 52)
«Cholla» Jim é um mestiço, filho duma dama mexicana e
de um ganadeiro norte-americano. Criado por franciscanos de São Xavier del Bac,
tinha dezassete anos quando uns bandidos atacaram e maltrataram um dos
missionários para o roubar. Foi atrás da sua pista, encontrou-os numa taberna
de Tucson e matou um e feriu outro, só com a navalha.
Não regressou à missão e dizia-se que era um cavaleiro
endiabrado tendo matado mais de vinte homens, percorrendo a triste senda dos
pistoleiros.
Esta novela vai encontrá-lo a caminho de Jerome num
encontro com a deliciosa família dos Baxter. Jim vai trabalhar no «saloon» de
um amigo naquela cidade que fervilhava devido à febre dos metais preciosos e
aumentava de população e problemas de dia para dia. Na realidade, não lhe agradava
aquela vida. No entanto, um homem nem sempre pode escolher os seus caminhos… e
vinte e quatro mossas no seu revólver eram mais que suficientes para atirar
para um caminho definido com um claro final.
Não era um homem feliz. Nunca o tinha sido. Quando
alguém é encontrado, criança apenas de um ano de idade, no meio de um campo
abrasado pelo sol de Julho, ao lado de dois cadáveres, homem e mulher, sem
documentos que revelem a sua identidade; quando alguém se cria sem saber quem é
nem donde vem, sem um nome que lhe pertença, sem carícias de mãe… não se pode
ser como os outros.
Quis o destino que os Baxter estivessem no caminho de
«Cholla». A simpática receção que lhe fizeram tocou-o e, a partir desse
momento, tornou-se visceral inimigo de um cacique que pretendia abusar de todos
os rancheiros da região.
Passagens:
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
terça-feira, 26 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
ARZ047. Alma Negra
(Coleção Arizona, nº 47)
-
Timothey Causey era um ser repugnante que nada tinha de bom nem de honrado. Para ganhar os dois mil dólares que ofereciam pela captura do seu antigo companheiro e chefe de quadrilha, não hesitou em denunciá-lo.Mas a sua perdição teve origem na sua obsessão por uma bela rapariga, uma mulher honesta filha de um ferreiro que lhe deu uma lição quando se atreveu a assediá-la. Causey não gostou e, deixando desenvolver a sua obsessão, tentou matá-lo infrutiferamente.Perseguido pelo valente xerife Everton, desprezado pelos antigos companheiros que desconfiavam do seu comportamento, empreendeu uma fuga para o México a partir de Las Cruces, mas, a dois passos daquele destino, a sua paixão por Lírio obrigou-o a voltar. Queria matar o xerife, o ferreiro e raptar a bela morena. Mas a sua alma negra encontrou aí o fim de tanta maldade.A Coleção Arizona tem aqui um bom livro de O.C.Tavin que ilustra bem o seu tipo de edição neste momento. Muitas das obras publicadas na coleção eram sobre indivíduos à margem da lei que ou se regeneravam ou morriam com honra. Com Causey nada disso sucedeu. Apenas Lídia, uma bela loira a quem ele tinha aprisionado o filho, afirmou ao terminar a história:«Era um criminoso, sem dúvida, mas eu sentia uma certa compaixão por ele. Que Deus lhe perdoe». A sorte que ela teve em Causey não ter concretizado os planos…Passagens:
-
domingo, 24 de novembro de 2013
ARZ046. O falsário
(Coleção Arizona, nº 46)
Contratar alguém para este assumir uma falsa identidade e fazê-lo apresentar-se junto do "pai" que tinha deixado de o ver há um mês na convicção de que este não o reconheceria... mais, o rapaz estava completamente transformado, disparava bem, era excelente lutador, estava apto a continuar o negócio de compra e venda de cavalos...
Daqui o título "O falsário" dedicado a este homem que cumpria um plano bem urdido pelo fiel Lee, um chinês que conhecera o sabor da escravatura...
Que se passaria com o falsário? Conseguiria enganar a própria namorada? Seria descoberto ou libertaria a povoação de indesejáveis?
Este livro de César Torre deixa um pouco a desejar, estando a um passo de ser atirado para o lote dos Intragáveis...
Daqui o título "O falsário" dedicado a este homem que cumpria um plano bem urdido pelo fiel Lee, um chinês que conhecera o sabor da escravatura...
Que se passaria com o falsário? Conseguiria enganar a própria namorada? Seria descoberto ou libertaria a povoação de indesejáveis?
Este livro de César Torre deixa um pouco a desejar, estando a um passo de ser atirado para o lote dos Intragáveis...
ARZ045. Terras de violência
(Coleção Arizona, nº 45)
Esta é a história de um homem que chega a uma cidade com uma estrela de xerife e se dedica a eliminar, com a ajuda de um amigo e de um velho rancheiro, uma corja de bandidos que por lá dominava e tentara enforcar o rancheiro.
O livro, difícil de tragar, tem uma passagem na qual apresenta os versos "O bandido encantado":
Um cavaleiro a galope
dos defensores da lei fugia,
correndo não reparou
o que uma jovem fazia
Era formosa mas pobre,
duas armas possuía.
Com mão firme o arrastou
para onde se escondia.
O malfeitor deslumbrante
perante ela se ajoelhou,
estava trémulo e triste
e a custo balbuciou:
- Obrigado!... minha estrela
que do céu me vieste soltar,
prostrado diante de ti, juro...
que só o teu amor me fará emendar.
Se esse amor comigo vier ter,
este malfeitor se vai entregar.
Que a lei dos homens faça justiça
e do meu arrependimento, talvez perdoar.
Com os olhos erguidos p'ró céu
dos seus crimes perdão pediu.
Ao seu amor ele enlaçou,
e pela primeira vez, feliz sorriu.
E, dos lábios da rapariga,
um "sim" harmonioso de fez ouvir
seus lábios lindos lhe entregou,
e logo o jovem os fez uni.
Mas, no peito dessa mulher
o seu coração tremia,
tinha medo de perder
esse rapaz que tanto queria.
E um dia, ao começar,
mão perversa o matou,
uma pomba branca de neve
até ao céu ela voou.
E a pobre rapariga
que de manhã se levantou
ao quarto dele se dirigiu
abriu a porta e entrou.
Um grito dilacerante ela sooltou
ao ver o seu amor ensanguentado
ferida na sua dor mais sagrada
levou as mãos ao rosto e recuou.
Pasados os primeiros minutos,
uma silhueta lá distinguiu
de olhos pequenos mas cruéis
que para ela se dirigiu.
De um salto estava junto dela,
frio punhal uma dextra segurava,
era um bandido, um criminoso,
que a Justiça procurava.
Era o chefe da quadrilha
à qual o morto pertencera.
Estava ali para juntar
a linda moça ao que morrera.
Triste, a jovem fitou o amante
densa névoa a vista lhe toldou,
as suas armas fogo vomitaram
um grito por entre vales ecoou.
Então a rapariga, recuando sempre,
ao seu amado se abraçou.
Pegando na arma que lhe dera a morte
com os seus próprios braços se matou.
Mais palavras para quê? É um autor português, com certeza. John Washing, 17 obras registadas na Biblioteca Nacional, com o apelido Washington...
A capa é, com certeza, de Carlos Alberto.
O livro, difícil de tragar, tem uma passagem na qual apresenta os versos "O bandido encantado":
Um cavaleiro a galope
dos defensores da lei fugia,
correndo não reparou
o que uma jovem fazia
Era formosa mas pobre,
duas armas possuía.
Com mão firme o arrastou
para onde se escondia.
O malfeitor deslumbrante
perante ela se ajoelhou,
estava trémulo e triste
e a custo balbuciou:
- Obrigado!... minha estrela
que do céu me vieste soltar,
prostrado diante de ti, juro...
que só o teu amor me fará emendar.
Se esse amor comigo vier ter,
este malfeitor se vai entregar.
Que a lei dos homens faça justiça
e do meu arrependimento, talvez perdoar.
Com os olhos erguidos p'ró céu
dos seus crimes perdão pediu.
Ao seu amor ele enlaçou,
e pela primeira vez, feliz sorriu.
E, dos lábios da rapariga,
um "sim" harmonioso de fez ouvir
seus lábios lindos lhe entregou,
e logo o jovem os fez uni.
Mas, no peito dessa mulher
o seu coração tremia,
tinha medo de perder
esse rapaz que tanto queria.
E um dia, ao começar,
mão perversa o matou,
uma pomba branca de neve
até ao céu ela voou.
E a pobre rapariga
que de manhã se levantou
ao quarto dele se dirigiu
abriu a porta e entrou.
Um grito dilacerante ela sooltou
ao ver o seu amor ensanguentado
ferida na sua dor mais sagrada
levou as mãos ao rosto e recuou.
Pasados os primeiros minutos,
uma silhueta lá distinguiu
de olhos pequenos mas cruéis
que para ela se dirigiu.
De um salto estava junto dela,
frio punhal uma dextra segurava,
era um bandido, um criminoso,
que a Justiça procurava.
Era o chefe da quadrilha
à qual o morto pertencera.
Estava ali para juntar
a linda moça ao que morrera.
Triste, a jovem fitou o amante
densa névoa a vista lhe toldou,
as suas armas fogo vomitaram
um grito por entre vales ecoou.
Então a rapariga, recuando sempre,
ao seu amado se abraçou.
Pegando na arma que lhe dera a morte
com os seus próprios braços se matou.
Mais palavras para quê? É um autor português, com certeza. John Washing, 17 obras registadas na Biblioteca Nacional, com o apelido Washington...
A capa é, com certeza, de Carlos Alberto.
sábado, 23 de novembro de 2013
ARZ044. Pronto para morrer
(Coleção Arizona, nº 44)
Quando um conjunto inesperado de mortes foi sendo conhecido, a primeira versão das suas causas foi o suicídio, mas a intervenção de um jornalista de Leste muito hábil com as armas, dotado da dose de fanfarronice normal nos livros de Raf G. Smith, foi determinante para determinar os verdadeiros causadores. O autor, mais uma vez, mostra o seu instinto para a novela policial.
Na capa, o fanfarrão (que se gabava de estar sempre pronto a morrer), acompanhada de uma bela jovem, exibe as armas com que acabava de abater mais alguns inimigos.
Na capa, o fanfarrão (que se gabava de estar sempre pronto a morrer), acompanhada de uma bela jovem, exibe as armas com que acabava de abater mais alguns inimigos.
ARZ043. O indomável
(Coleção Arizona, nº 43)
"Por entre a ramagem dos pinheiros o sol declinava lentamente para além de uma montanha que se via ao longe. Soprava um vento forte e fresco. O céu, coberto de nuvens brancas, parecia adivinhar a neve que não tardaria muitos mais dias a cair. Perdida entre a imensa pradaria do Oeste, erguia-se uma pequena povoação composta por um escasso número de pessoas que, em união, viviam a sua vida, esquecidas da solidão que as cercava. Alguns anos atrás, uma caravana de colonos vinda do Missouri fez alto naquele ponto. Ergueram-se as primeiras casas, desbravaram-se terras, cultivaram-se campos que anteriormente eram desertos maninhos, e, aos poucos, a povoação foi crescendo. Nunca houve discórdias entre uns e outros, nunca um revólver falou para impor respeito. Alguns homens, mesmo, não os tinham. Serviam-se de um velho rifle quando iam caçar, e nunca mais foi preciso andar armado nas ruas".
O personagem da história que assim começa nasceu e foi criado nesta pequena povoação onde nada se passava até ao dia em que três forasteiros, armados e com mau aspecto, chegaram e, abusando da hospitalidade de um habitante, roubaram-no e pagaram-lhe com tiros. Sendo nessa altura um miúdo, coube-lhe transportar uma criança para ir viver com uns familiares noutra povoação e passou a procurar os responsáveis por tão vil acto.
O autor, Oliveira e Silva, parece-nos de nacionalidade portuguesa, não havendo registos de mais qualquer obra do mesmo. Nesta, utiliza um estilo em que usa excessivamente a fanfarronice e a resolução de conflitos com tiroteio. O livro, por outro lado, tem um número de páginas excessivo para este tipo de novela, notando-se, em algumas passagens, a pretensão do autor em prolongar uma situação através de uma descrição mais cuidada e longa.
O autor, Oliveira e Silva, parece-nos de nacionalidade portuguesa, não havendo registos de mais qualquer obra do mesmo. Nesta, utiliza um estilo em que usa excessivamente a fanfarronice e a resolução de conflitos com tiroteio. O livro, por outro lado, tem um número de páginas excessivo para este tipo de novela, notando-se, em algumas passagens, a pretensão do autor em prolongar uma situação através de uma descrição mais cuidada e longa.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
ARZ042. Um noviorquino no Far-West
(Coleção Arizona, nº 42)
Imagine-se um pacato cidadão nacional, bem vestido, bem tratado, habituado a copo de leite, no selvagem oeste. Este foi talvez o fio condutor de Vasco Santos quando se lembrou de escrever esta novela notável e enorme (173 páginas!). Depois, juntou-lhe habituais ingredientes: roubos de gado, descoberta de petróleo, um velho pesquisador assassinado. Mais, o homem não tinha treino de vaqueiro mas era um exímio lutador. Finalmente, estava livre como um passarinho e deparou com aquela menina encantadora...
V. Saint Kasymir tem aqui uma excelente novela. É pena não haver uma recolha destes textos de autores portugueses desta "era" e uma publicação que lhes faça justiça.
A capa, não assinada, provavelmente de Carlos Alberto, mostra o noviorquino em luta com uma das alimárias que se lhe atravessaram no caminho.
V. Saint Kasymir tem aqui uma excelente novela. É pena não haver uma recolha destes textos de autores portugueses desta "era" e uma publicação que lhes faça justiça.
A capa, não assinada, provavelmente de Carlos Alberto, mostra o noviorquino em luta com uma das alimárias que se lhe atravessaram no caminho.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
ARZ040. Terra de Fogo
(Coleção Arizona, nº40)
Pela Primavera começará a ceifar-se o trigo no Texas. Em cada Primavera, milhares de homens e centenas de grandes máquinas "conjuntos" iniciam os seus trabalhos no Sul, para transportar nos sacos o trigo que doura os campos...É o braço humano, o esforço e coragem humana, que faz todos os anos o milagre de encher os celeiros de um grande país e de pôr em marcha uma das primeiras riquezas do mesmo......Esta história fala da vida desses pioneiros e do Llano Estacado, o lugar desértico que eles converteram num mar de ouro.
Cesar Torre é um autor de escrita emocionante com 110 obras registadas em Portugal quase todas através da Agência Portuguesa de Revistas. Na presente retrata a luta difícil de alguns homens para transformar esta terra de fogo no celeiro atrás mencionado.
Na capa, de autor desconhecido, é representado o encontro de um desses agentes da transformação com uma detentora de terras que se opunha ao projecto. Nota-se que algo falará mais forte
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
ARZ039. O xerife silencioso
(Coleção Arizona, nº 39)
Ainda muito jovem, Richard ausentou-se do seu rancho para ir à cidade fazer umas compras. Foi a sua sorte. Quando regressou, as suas duas irmãs e os pais tinham sido assassinados e todo o gado tinha sido roubado por um facínora de nome Harness.
A sua vida modificou-se completamente e ganhou um novo sentido: reencontrar Harness e vingar os seus. Mas o bandido era extremamente poderoso. Quando o encontrou, sofreu um cobarde ataque de um dos seus sequazes que lhe provocou graves ferimentos e o colocou numa perigosa, dolorosa e longa fuga em que nas paragens pedia a piedosos vaqueiros que o tratassem.
Ainda fraco, voltou a procurar os bandidos, chegando a El Paso onde se ofereceu para o lugar de xerife já que o anterior havia sido morto, e simulou uma aproximação ao bando que tinha procedido ao assassinato.
El Paso sentiu então a ocorrência de factos estranhos. Um justiceiro que se intitulava "Revólver de Prata" fazia justiça à sua maneira dilacerando as mãos de bandidos, abatendo-os seguidamente. Richard manifestava-se alheio a este facto e portava-se como um xerife silencioso...
Que relação existia entre ele e "Revólver de Prata"? Será que conseguiria chegar ao criminoso Harness?
Eis as questões q que este livro não muito interessante de E.L.Retamosa responde, apimentando a resposta com os encontros de Richard e uma formosa rancheira.
Passagens selecionadas:
PAS147. Revólver de Prata
Passagens selecionadas:
domingo, 27 de outubro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
ARZ037. Cadeias de sangue
(Coleção Arizona, nº37)
Lendo as histórias das fronteiras americanas na sua época mais tumultuosa, chega-se ao conhecimento de que, ao ser exterminadas, pelos agentes federais e Batedores do Texas, algumas famosas quadrilhas de foragidos, que operavam nos estados norte-americanos do sul, os escassos sobreviventes fugiram para as regiões situadas mais a norte.
Uns prosseguiram no caminho da violência até serem inexoravelmente caçados pela Lei. Outros desapareceram misteriosamente, não voltando a saber-se nada deles.
A narrativa que segue poderia muito bem ser a história de um desses fugitivos «fora da lei»
(Em: coleção Arizona, nº 37)
E juntamos nós: Rapid John atirado para a cena do crime por canalhas usurpadores das suas terras estava quase a cair no esquecimento, a encontrar aquela que o converteria num honrado cow-boy quando se encontrou com a lei e foi obrigado a pagar a sua dívida com a vida.
Deste livro extraímos uma passagem e deixamos uma questão relacionada com o "autor" Buffalo Valley:
PAS145. A mensagem do moribundo
QST001. A questão da autoria de Cadeias de Sangue
Deste livro extraímos uma passagem e deixamos uma questão relacionada com o "autor" Buffalo Valley:
QST001. A questão da autoria de Cadeias de Sangue
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
ARZ036. Barreira de chumbo
(Coleção Arizona, nº 36)
O velho mineiro seguia de diligência para sítio seguro, mas dois homens que conheciam os seus propósitos seguiram-no. A diligência teve estranho acidente presenciado por um engenheiro de minas e pelo seu fiel criado os quais planeavam integrar-se na pesquisa de ouro na Califórnia.
O mineiro aproveitou a ocasião para fugir, mas foi perseguido pelos dois energúmenos que o balearam, tendo sido socorrido pelo engenheiro e criado a quem contou pormenores sobre a localização e família, tendo falecido pouco depois.
Myron e Sam, o criado, decidiram partir em busca do filão e de uma filha do velho mineiro para lhe restituírem o que lhe pertencia. Em breve foram cercados pela quadrilha e, após os ludibriarem na fuga, conseguiram descobrir e denunciar a raiz do problema. Sam, no desenrolar da luta, acabou por bater com a cabeça numa pedra e ficou delirante, mas os cuidados da filha do mineiro em breve o fizeram recuperar e acabaram por lhe trazer a felicidade.
A narrativa de Fidel Prado é calma, bem conseguida, apesar de integrar extensos monólogos. Não se percebe como foi possível ao velho mineiro estar moribundo e contar a sua história por mais de duas páginas.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
domingo, 20 de outubro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
ARZ028. Sou do Texas
(Coleção Arizona, nº 28)
A coleção Arizona, nos primeiros números, usou e abusou dos livros de Estefania. É ofensivo dizer que não se aproveita nada deles, mas é quase verdade: as histórias podem não ser más, até há muita emoção, mas o modo como são redigidas não é agradável. O texto é formado por pedaços que parece que não colam. Este “Sou do Texas” nem é dos piores, por isso consegui extrair-lhe uma passagem. Quanto ao resumo, é melhor esquecer…
Passagem selecionada: Sinais de fumo
domingo, 22 de setembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
ARZ025. Troaram os revólveres
(Coleção Arizona, nº 25)
Joe Ringo é um caçador/domador de cavalos que sonha juntar algum dinheiro para se estabelecer como rancheiro. Ao seguir a pista de alguns cavalos selvagens, depara-se com uma quadrilha que tortura um rapazote para lhe extrair a localização de uma mina de ouro descoberta pelo pai deste entretanto assassinado.
Liberta o rapazote, mas um segundo encontro com a quadrilha leva-os a um conjunto de peripécias onde a mais interessante é a descoberta de que o rapazote afinal é uma linda menina, mas onde a maioria é de causar calafrios ao mais valente…
Joe Sheridan traz um relato muito interessante e calmo de todo um conjunto de situações que levam à salvação final dos heróis pela ajuda de um acompanhante dos bandidos. A ação é lenta, há poucos intervenientes, parece que tudo se passa no mesmo sítio, mas o livro não cansa.
Passagens selecionadas:
| PAS088. Perseguição de danados |
| PAS089. O segredo do rapazote |
| PAS090. Nunca te des por vencido quando o amor est... |
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
ARZ021. Carrascos na noite
(Coleção Arizona, nº 21)
Um livro de Rogers Kirby cheio de ação e suspense. Um jovem bravo e bom utilizador das armas, admirado pelas meninas da cidade, bate-se contra um inimigo que, na sombra, durante a noite, cobardemente, comete as maiores atrocidades inclusivamente contra os que o servem.
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