sábado, 13 de agosto de 2016

ARZ118. Duas mulheres e um revólver

(Coleção Arizona, nº 118)
Lassiter é contratado por um engenheiro, Tex Mc Nammara, para se dirigir à povoação Rato no Novo México a partir de Starkeville, no Colorado, usando o seu cavalo e envergando as suas roupas. Perto do seu destino é alvejado e passa vários dias em estado desesperado sob os cuidados da bela Ethel a qual se apaixona por ele, vindo então Tex a compreender o destino que o esperava caso fosse ele a fazer a travessia. É um pouco estranho este ponto de partida de Joe Mogar, estranheza adensada pela maneira como tratou o relacionamento de Lassiter com a noiva de Tex.
Cabe, no entanto, dizer que esta perseguição a alguém cujo vulto se confundia com Tex se devia ao fato de este estar a construir uma represa nas terras de Ethel a qual era invejada pelo malvado Tracy bem como as suas terras.
Lassiter acaba por ser envolvido neste conflito e não deixa de ser magistral o modo como o autor trata o dilema de Tex em momento em que o seu contratado fugia de Tracy. Temendo que o cowboy tivesse um relacionamento com a sua noiva, Emma, Tex hesitou em o defender. Mas afinal Emma era irmã de Lassiter e tudo ficou em paz.
Fica assim justificado o título da novela que retrata luta de duas mulheres (Ethel e Emma) apoiadas no revólver de Lassiter contra o famigerado Tracy, uma luta em que Tex participou de uma forma tímida.
Passagens:
PAS655. O homem do revólver encontra a mulher formosa

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

ARZ117. Luta de ganadeiros

(Coleção Arizona, nº 117)


Clay Burton viu-se numa situação miserável quando foi expulso do exército acusado de desonestidade financeira por um capitão que não perdoou o seu eventual relacionamento com a esposa.
Clay era um lutador excecional e não tardou a ser contatado por uma jovem, filha de um ganadeiro riquíssimo, o mais poderoso do estado, para fazer parte da sua equipa e defender o rancho de índios, assaltantes e até de outros ganadeiros.
Começa assim uma nova vida do ex-militar que haveria de encontrar naquela mulher um estímulo para se dedicar a uma vida completamente diferente.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

ARZ115. O misterioso «John Brown»

(Coleção Arizona, nº 115)
 
John Brown era o nome com que se identificava um indivíduo em nome de quem eram depositadas quantias elevadas provenientes do cumprimento de contratos para abater personagens incómodas.
O xerife de Dodge City viu-se assim na necessidade de descobrir o verdadeiro autor deste massacre e também o indivíduo que tinha interesse no mesmo o que se relacionava obviamente com o desejo de aumentar o património de alguém que estava no mesmo meio.
Como curiosidade, note-se que Dickinson utiliza o mesmo espaço e a mesma personagem central da obra que falámos anteriormente da sua autoria e bem assim o médico amigo do álcool que conhecemos por «Doc» Bellamy. Apesar de tudo, o livro não me pareceu tão interessante como o anterior.
Ainda a título de curiosidade, note-se a semelhança entre as personagens destas obras e as da série de banda desenhada entre nós designada por Matt Dillon (Gunsmoke) e desenhada por Harry Bishop: o xerife, o ajudante, o médico e a garota do saloon.

ARZ114. O fantoche

(Coleção Arizona, nº 114). Capa e texto indisponíveis

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

ARZ113. Morreu o pistoleiro

(Coleção Arizona, nº 113)
Um congressista está para chegar a Dodge City e na sua comitiva segue um rancheiro sem escrúpulos que concebeu uma receção sangrenta para se livrar dele e dominar a região.
Do plano elaborado faz parte a execução do xerife, um antigo presidiário que não tem hesitações para defender a lei. Mas um encontro entre este xerife e o pistoleiro que elaborou o plano de ataque acabou por mudar a relação de forças conduzindo a novela para a regeneração do homem mau.
Passagens:


Leia Morreu o pistoleiro (Versão Integral)

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

ARZ112. A sua última bala


(Coleção Arizona, nº 112)
 
Um rapaz transforma-se em alcoólico após a morte da mulher amada a sequência da invasão das instalações do rancho onde vivia. Os primos tomam conta do rancho e desenvolvem-no deixando o familiar entregue àquele triste destino.
Um médico chega à cidade onde se instala e resolve libertar o jovem Kerwin daquela dependência.
Mas há alguém que não vê aquela ação com bons olhos e o médico começa a sentir as ameaças por aquilo que ela representa de perigoso para alguém. Quem se sentia incomodado? Os primos que aspiravam a manter o desenvolvimento do rancho? Algum falso amigo por obrigação que não pudesse cumprir?
Eis um livro pouco movimentado, mas interessante que nos deixa permanentemente perante o mistério da morte de Kay, a noiva de Kerwin o qual acabou por ser esclarecido graças à ação do médico, podendo este libertar-se da dor e do vício pois acabou por fazer justiça.

ARZ111. O inferno do ódio


(Coleção Arizona, nº 111).

quarta-feira, 16 de março de 2016

ARZ109. Salteadores de caravanas

(Coleção Arizona, nº 109).
Surpresa das surpresas. Este livro da Coleção Arizona é o mesmo que, mais ou menos, dois anos antes tinha sido publicado na Coleção Búfalo, nº 102, sob o título «Com sangue também se paga». Como justificar uma aldrabice como esta? Aldrabice que se descobre logo de início porque o nome da princesa india é inesquecível: Minetake.
Assim, que podemos dizer? O mesmo que se disse para o correspondente da Búfalo:
«A. G. Murphy. é um especialista em questões de caravanas que têm de atravessar território índio, deixando sempre uma porta aberta para o diálogo, e vencer batalhas com salteadores que gostem de se apropriar do alheio. Desta vez, a acção essencial não é no interior da caravana, mas, fora dela, com forças que combatem esses salteadores.
Para além disso, consegue introduzir nas suas novelas acções em que a paixão entre dois seres seja em geral contrariada. Neste caso, a personagem central apaixonou-se por uma linda princesa índia, Minetake, e resolveu raptá-la a fim de consumarem o seu amor.
Assim, em determinado momento, o herói desta novela vê-se acossado pelos índios que pretendem castigá-lo pelo seu atrevimento (e abuso de confiança, pois abriram-lhe as suas tendas e partilharam a sua comida) em se apoderar de Minetake e, por outro lado, em luta aguerrida contra salteadores muitas vezes traiçoeiros...
Já sabem quem ganhou no fim, mas as perípécias são bastante engraçadas.»
Para provar o que dizemos, aqui fica «Salteador de caravanas».


ARZ108. O homem do Sul

(Coleção Arizona, nº 108).

ARZ107. A mensagem da morte

(Coleção Arizona, nº 107). Capa e Texto indisponíveis

ARZ106. Matei meu cunhado

(Coleção Arizona, nº 106).

ARZ105. A timidez do vaqueiro

(Coleção Arizona, nº 105).

quinta-feira, 10 de março de 2016

ARZ104. A redenção do bandido

(Coleção Arizona, nº 104)
Chegou sózinho à cidade à procura de alguém. Em breve, todos viram que era pessoa muito especial de quem era perigoso ser inimigo. Foi-se afirmando com uma presença cada vez mais forte perante os homens e perante... ela.
Até que um dia...
"Eram cinco homens. Cinco cavaleiros mal trajados, barbudos, cobertos de pó de longa caminhada... e todos bem armados. Um estremecimento percorreu os habitantes da cidade que, abrigados à sombra dos alpendres ou através das reixas(?) das janelas contemplavam a entrada da estranha comitiva. Juntamente com aqueles homens cavalgava também a morte...". - conta S. Max.
O certo é que todos se conheciam. E tiveram a má ideia de atacar aquela que agora representava muito para ele. Não consentiu. Opôs-se de armas na mão e caiu com o corpo varado de balas, mas conseguindo salvar a mulher que amava, redimindo-se assim da sua existência como bandido.
Anthony S. Max, 11 obras registadas em Portugal, traz-nos um livro com os habituais ingredientes do Oeste mas com algumas características diferentes: o bandido que se regenera salvando a mulher dos seus sonhos.
A capa, assinada por um M. Angel para nós desconhecido, mostra um pormenor de tiroteio.


Eis algumas passagens:



quarta-feira, 9 de março de 2016

ARZ103. Era um valente

 
(Coleção Arizona, nº 103)
 
 
Um jovem regressa a casa, depois de dez anos de ausência, supondo ir encontrar o pai em boa situação. A pouco e pouco apercebe-se que está enganado. O rancho que conhecera é um monte de destroços e o pai tinha desaparecido.
A sua missão tornou-se então encontrar o pai e devolver ao rancho o brilho que este tinha tido, mas havia alguém na vizinhança que não estava interessado nas suas ações. Assim acabou por ter de empregar a força e o reencontro com o pai foi em moldes que, no final da novela, alguém pôde afirmar: «Era um valente».

quinta-feira, 3 de março de 2016

ARZ101. O filho do pistoleiro

(Coleção Arizona, nº 101)
Um pistoleiro foi preso injustamente e condenado a vinte anos de prisão, conhecendo os indivíduos que o tinham acusado falsamente. Ao fim de quinze anos, devido ao seu bom comportamento, saiu e deu a conhecer a decisão de não pretender qualquer satisfação daqueles. No entanto, estes não se sentiram seguros e organizaram-se para o abater, contratando um indivíduo ultra traiçoeiro. Assim, sem armas, foi desafiado para um duelo e, quando lhe deram um colt para as mãos, este estava vazio pelo que foi facilmente vencido. Morreu nas mãos do filho que entretanto o viera esperar. O pacifismo deste jovem foi imediatamente quebrado. Um a um, os assassinos do seu pai foram sendo mortos, restando o traiçoeiro atrás referido. Este manteve as suas qualidades e abateu os próprios amigos para se apoderar do seu dinheiro. Em determinado momento, havia várias pessoas que o procuravam pelos mais diversos motivos, todos a quererem vingar-se dele. Até que o encontro final se deu e o filho do pistoleiro pôde finalmente encontrar a paz que desejava nos braços de uma menina que o acompanhou na sua vingança.
Este foi o único livro de Peter Kenn que encontrámos registado no país. No entanto, em Espanha, o autor que usa este pseudónimo, Juan LLarch Loid, aparece ligado a uma biografia de Luther King, a novelas de ficção científica e a vários guiões para banda desenhada.
A capa, não assinada, mostra um momento em que o filho do pistoleiro, sem armas, desafiava um dos seus adversários…

Eis algumas passagens:

quinta-feira, 4 de junho de 2015

ARZ087. Falso amigo

(Coleção Arizona, nº 87)
«Em Abril de 1865, no Palácio da Justiça de Appomatox, o general da Confederação Robert E. Lee assinava a rendição perante o general Ulisses Grant, da União.
Terminavam quatro anos de guerra. Ao mesmo tempo, porém, começavam muitas lutas individuais.
Os homens, afastados das suas ocupações, regressavam a elas. Uns, como vencedores, convencidos de possuírem direitos que, na realidade, eram abusos. Outros, como vencidos, mas também com o orgulho tipicamente sulista.
Milhares de homens se transformaram em desempregados. Alguns, por falta de ocupação. Outros, porque as coisas não haviam corrido bem na sua ausência.
Durante semanas, o território da União ficou cheio de ex-combatentes que regressavam às suas terras, de aventureiros acostumados à luta, a premir o gatilho das armas, à morte...
O trabalho recomeçou, renasceram os negócios e as indústrias, a vida continuava... Os que haviam pensado que a rendição seria o fim para o Sul enganavam-se. A União estendeu a mão aos que haviam sido seus inimigos e empreendeu-se o trabalho de reconstrução.
Para muitos, contudo, o pós-guerra não significava a paz nem a tranquilidade.
Para esses, o pós-guerra era difícil, tão difícil como a guerra.
E um deles era John Foster, homem de vinte e sete anos, alto, forte, de pele curtida pelo sol e pela vida ao ar livre.
O seu rosto tinha uma expressão entre inteligente e decidida. Os seus olhos, negros, fixavam-se penetrantemente. Era um autêntico texano.»
Começa assim este belo livro de John Weiber que nos faz o relato das necessidades de Foster que o conduziram ao crime e, depois, à prisão onde se fez amigo de um homem que o veio a atraiçoar.

Eis algumas passagens:


PAS478. A amizade na prisão

terça-feira, 2 de junho de 2015

ARZ086. Ovelhas de morte

(Coleção Oliveira, nº 86)
 
Nesta novela, Frank Mc Fair trata o velho conflito entre vaqueiros e ovelheiros. Desta vez, tudo se passa junto ao rancho do velho Mc Fadden, um escocês temente a Deus, cumpridor da sua palavra e fácil de ser levado em acordos. Tão fácil que permitiu aos ovelheiros, perante os olhos reprovadores da sua equipa, passar pelas suas terras.
A boa vontade do velho foi explorada pelo mais rico criador de ovelhas do Arizona e não fosse a ação do seu filho, Allain, e os seus pastos ficariam destruídos. O conflito desenvolve-se então numa verdadeira guerra entre vaqueiros e ovelheiros que terminou numa mortandade.
A novela tem ainda lugar para o desenrolar de um romance entre o filho de Mc Fadden e a bonita filha do ovelheiro Smedley tudo terminando com a integração desta naquela família.
Enfim, um livro interessante, sem passagens significativas selecionáveis, apesar de bem escrito e estruturado especialmente no início.

ARZ085. A sombra do pistoleiro

 
(Coleção Arizona, nº 85)

terça-feira, 26 de maio de 2015

ARZ083. Uma mulher perigosa

(Coleção Arizona, nº 83)


Na sequência do assalto a um banco, durante a fuga, três foragidos, Mike, Crummy e Allyson, foram intercetados por uma quadrilha que lhes prometeu guarida se lhe entregassem metade do produto do roubo. Sem outra opção, aceitaram e o seu espanto foi enorme quando descobriram que a quadrilha era comandada por uma formosa mulher.
Nesta altura, já algumas contradições começavam a manifestar-se entre os assaltantes do banco, destacando-se a natureza selvagem de Allyson que contrastava com uma certa nobreza de caráter de Mike. Integrados na nova quadrilha, vieram a sequestrar uma jovem por quem Mike passou a sentir viva estima. E a fuga ao refugio da quadrilha passou a estar na ordem do dia.
Conseguiria Mike libertar a jovem? E como se comportariam os seus ex-companheiros? E não teria a chefe da quadrilha uma vida dupla que levasse a reencontrá-la mais tarde entre gente de bem?

sábado, 17 de janeiro de 2015

ARZ073. Um enigma no Far-West

 
Esta história é a continuação de «Um nova-iorquino no far-west». Fred Collins recebe a visita do seu amigo Toshiro Yagi, professor de «yiu-yitsu» e, a breve trecho, sente as provocações de um grupo de «cow-boys» que acabaram por levar monumental tareia. Fred, xerife naquela terra, fez o seu ajudante conduzi-los à prisão e continuou os preparativos do seu casamento com a beldade Mary Morgan.
Mas algo estava preparado para estragar a vida ao nova-iorquino rendido aos encantos do Oeste. Repentinamente, ouviu-se um tiro e veio a saber-se que o ajudante de Fred tinha sido abatido com um tiro na cabeça e os presos tinham fugido. Para complicar a situação, o médico tudo fez para ser preso, transmitindo a ideia de que não ficava seguro em liberdade.
Eis mais um enigma ao jeito de Vasco Santos, um dos autores portugueses celebrizado pela APR e autor de obras que exploram o encontro entre culturas diferentes. Quem teria assassinado o ajudante do xerife? Qual a razão por que o médico não se sentia seguro? Talvez o segredo esteja na bela capa deste livro…

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

ARZ072. A hora de morrer


Jas Conlay e Bob Dean regressaram à sua terra, Sakersfield, carregados de ouro e com ideias para começar uma nova vida e humilhar os que antes não tinham tido uma ação correta com eles.
Bob queria recuperar a sua noiva, Doris, e mostrar-lhe que era um homem capaz de construir uma vida digna que ela poderia partilhar. Jas estava mais preocupado em limpar as calúnias de que tinha sido alvo.
Mas as coisas nunca são tão lineares como pensamos e Bob, no encontro com a noiva, acaba por ser atacado a tiro pelo sanguinário Merrick, apaixonado por Doris. Começa aqui a história do generoso Farros que acabou por dar a sua vida pela salvação do jovem Bob incansavelmente procurado por Jas.
O sr. Ryman tem aqui uma boa história com alguns pormenores dignos de transcrição. Será esse o objeto dos próximos posts.

Passagens:
PAS418. Passos que abafam outros passos na noite

domingo, 11 de janeiro de 2015

ARZ071. Coragem, vaqueiro!


Ray James regressou à terra natal pensando encontrar ali trabalho e não mais se afastar dela. Estava longe de pensar que seria convidado a integrar-se numa estranha aventura: acompanhar a entrega de uma manada aos seus novos donos, participando numa equipa em que também havia pessoal destes.
A história decorre assim em torno da resistência que o cow-boy apôs a esta ideia a qual acabou por ser vencida pelo pedido de uma menina filha de um rancheiro que também faria parte da expedição. Diga-se que esta expedição foi bem estranha devido às más intenções que os viruais compradores demonstraram pelo caminho.
Assim, o nosso vaqueiro teve de demostrar toda a sua coragem e teve o prémio merecido nua noiva que era a rapariga mais linda do povoado.
Este livro de Med Ryman tem pouco de atrativo devido às ações do autor para o fazer crescer, perdendo-se na invenção de diálogos e problemas que não traziam nada de novo à história. A capa, não identificada, é bastante interessante referindo-se ao encontro do cow-boy James com a sua amada no momento em que esta lavava os seus cabelos de oiro.

domingo, 11 de maio de 2014

ARZ070. O último dos Belton


(Coleção Arizona. nº 70)

Continua a crise. O título, errado, aparece riscado. O correto surge em local não habitual...

quarta-feira, 7 de maio de 2014

ARZ069. A última bala de prata

(Coleção Arizona, nº69)

Quando Fred Smith regressou a casa, a sua esposa e filho tinham sido violentamente assassinados e abusados. O produto do seu trabalho também desapareceu. Um a um, perseguiu os criminosos, a cada um deles matando utilizando uma bala de prata.
Vamos encontra-lo a caminho de Golden City, uma cidade dominada pelo facínora Joseph Morris que se rodeava de pistoleiros, mas com um xerife sério embora idoso, à procura do último meliante e, consequentemente, procurando dar destino à sua última bala de prata. Os factos vão levar a encontrar-se com ele? Mas será que cumprirá o seu compromisso? Ou algo o fará mudar de ideias.
Eis um livro de Ajamaro. Quem será este autor que não encontramos no universo da Bruguera? Quem será este autor que não tem um tradutor? Por certo, um homem de língua portuguesa. Talvez algum A.J.Amaro…
A escrita é agradável, a trama também, mas nota-se muito a influência lusa no seu discurso…

Passagens:
PAS302. Seis balas de prata